Pular para o conteúdo principal

Essa é pra tocar no celular, no tablet, no computador (II)

Meus três fās, é o seguinte: Muito legal essa onda das minhas músicas recentemente gravadas, mas nada é perfeito, porque em compensasāo a memória nāo é mais a mesma e eu esqueci e deixei de fora algumas outras gravações muito legais de minhas canções. Primeira parceria de uma série com Arlindo Cruz, outras parcerias com Joāo Nogueira cantadas por Dudu Nobre, Diogo Nogueira com Hamilton de Holanda e uma parceria com Nei Lopes cantada pelo Sururu na Roda. Pinta lá. Compre. Divulgue. Beijos.


É Religiāo (Cláudio Jorge e Arlindo Cruz)
Com Arlindo Cruz



Tia Eulália na Xiba (Cláudio Jorge e Nei Lopes)
Com Sururu na Roda


Chorando Pelos Dedos (Cláudio Jorge e João Nogueira)
Com Diogo Nogueira e Hamilton de Holanda


Amor de fato (Cláudio Jorge e João Nogueira)
Com Dudu Nobre


Comentários

Ane Lopes disse…
Eu simplesmente AMO "Amor de fato".
Sou muito sua fã, Claudio Jorge.
Tenho seu cd e sempre que posso, ouço.
Parabéns !!
Cláudio Jorge disse…
Obrigado, Ane. Você tem o disco Amigo de Fé? Tem umas músicas bem legais. Foi lançado pela Biscoito Fino. Beijos.

Postagens mais visitadas deste blog

Matura idade.

Enfim, faço sessenta anos neste 3 de outubro de 2009. Não são aqueles anos intermediários entre a juventude e o início do fim, tipo quarenta ou cinquenta. São sessenta anos, meus camaradas. Ao contrário do que eu mesmo poderia imaginar, não vou lançar CD comemorativo, não vou fazer show comemorativo de idade e não sei quantos de carreira, nem vou fazer nenhuma roda de samba. Também não vou receber os amigos no Bar Getúlio, como pensei em algum momento. Minha comemoração dos sessenta vai ser em família, fora do Rio, na calma. Vai ser desse jeito porque ao longo destes anos todos desenvolvi uma arte que aprendi com meu pai que foi a de fazer amizades e comemorá-las, frequentemente. Entre tantas que cultivei em todo esse tempo, além de minha mãe, duas não estão mais por aqui – Paulinho Albuquerque e Luiz Carlos da Vila. Um festão de sessenta anos sem eles, é choro meu na certa. Além disso, eu teria que estar com uma grana que anda meio fugida de mim, para não deixar amigo nenhum sem ser c...

Plinplin

Que me desculpem os meus amigos que trabalham na casa e lá desempenham atividades maravilhosas, mas a nossa história com a TV Globo realmente é meio aquela onda daquelas coisas que a gente acusa ou defende, não tem meio termo. O poder no Brasil do grupo Globo envolvendo TVs, jornais, revistas, filmes, marcas e etc. é inconfundível, inadmissível, impossível de se acreditar quando se pensa em democracia. A nebulosa história da sua fundação, suas ligações com a ditadura, suas questões fiscais, sāo alguns dos pontos que só engrossam o caldo de incertezas. Além do mais, não há concorrência a altura e ela tem poder suficiente para colocar ou tirar coisas do lugar. Ultimamente andei tão cansado do noticiário global que resolvi dar um tempo e assistir aos programas abaixo do canal 19 da NET. Ufa! Que alívio. Variedade de assuntos, mais papos sobre cultura, informações de real utilidade para a população, tudo bem diferente do tom pessimista e catastrófico que domina as notíc...

DIA INTERNACIONAL DA MINHA MULHER RENATA AHRENDS

Hoje, numa atitude totalmente “machista”, não irei comemorar o Dia Internacional da Mulher, mas sim o Dia Internacional da Minha Mulher, com todas as contradições, direitos e preconceitos que a expressão “minha” possa ter. Como disse Toninho Geraes de forma tāo original na voz do Martinho da Vila, “já tive mulheres de todas as cores, de várias idades, de muitos amores”, mas o meu último e definitivo casamento realmente me faz muito feliz. Felicidade é uma palavra altamente comprometida no Brasil e no mundo de hoje, mas com o olhar certo e uma pequena dose de alienação, a gente consegue enxergá-la, plena, vibrante, reluzente, como pepita de ouro quando aparece brilhando no balaio do garimpeiro. Minha pepita mulher, Renata Ahrends, foi escolhida pelos Orixás para que ela me escolhesse como namorado. A mulher é sempre quem escolhe. De namorado, viramos marido e mulher, viramos amigos, viramos cúmplices, e como escrevi no samba, “hoje somos dois e quase sempre somos um”. A...